segunda-feira, 11 de julho de 2011

O consumo e a perda de noção

A manipulação e a doutrina do homem na sociedade antiga e contemporânea de criar novos métodos para a expansão mercantil usam dogmas envolvendo desde a sociedade e economia até aspectos políticos de nossa Constituição em que o homem é criado e, por muitas vezes, é cessado de escolher seu próprio caminho e agir não com sua integridade individual, mas sim coletiva.
Gerações em que o lucrar e criar objetos inovadores para um quesito principal do lucro capital é mais sucessivo do que agir com sua própria personalidade, a qual muitas vezes é perdida ao redor do padrão de vida atual. As crianças, por exemplo, são criadas e recombinadas com um objetivo de sucesso financeiro no futuro, ocupando altos cargos em diretorias ou empresas de alto padrão, sendo assim, consecutivamente, alcançar o objetivo financeiro almejado e criado por espelhos de parentescos anteriores.
Os homens dessa geração foram arduamente educados para viver uma rotina e assim, podendo muitas vezes perde a noção de dissernir tópicos financeiros de pessoais, passando por cima de qualquer obstáculo para obter seu sucesso estável, sua segurança econômica e a acomodação do aceitar tudo que é imposto, sem apresentar nenhuma renitência ou cogitação.
A sociedade apresenta essas características desde o início da era antiga, dando desencadeamentos à guerras e aristocracia demasiadamente explorativa, mas nessa mesma época surgiam pensadores que expunham as consequências desse tipo de comportamento, como Karl Marx e específicos argumentos em "O Suicídio", de Durkheim, o que em nossa época é difícil de observar. As pessoas estão acostumadas com a preocupação de deixar coisas concretas quando chegarem ao final de sua vida para dar estabilidade financeira as próximas gerações, a essência humana nada mais é do que presa em aspectos objetivos e remanejados, aonde o ciclo se repetirá com as próximas gerações.

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