E de tanto acreditar em sua incapacidade
Tomou aquilo como verdade
E, no vento dos dias
Seu pessimismo escondia
Ah, pressão no peito
Respira sereno e sem jeito
Como um abismo sem chão
Despeja a realidade dosada em copo etílico
Se embrulha como um embrião
Na desistência, um império empírico
Humor cínico, camufla a tristeza
Do peso do mundo - do peso da inocência.
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